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20 de julho de 2018 Dr. André LauthImprensa0

Sente incômodo nessas regiões? Especialistas esclarecem o que pode estar causando a irritação

Por Amanda Panteri, Luiza Monteiro

Se tem alguma coisa mais chata do que a coceira , é quando ela aparece em áreas inusitadas. A irritação na região dos seios é uma delas (quem já passou por isso sabe que a chateação deixa a gente morrendo de vergonha!). Nem sempre o quadro é motivo de preocupação, mas, quando o sintoma persiste, é importante investigar.
Conversamos com o dermatologista André Lauth, de Curitiba , e com a mastologista Mônica Travassos, do Rio de Janeiro, para entender melhor os fatores por trás do coça-coça.

1. Ressecamento
Nosso corpo todo sofre com a falta de hidratação – os mamilos especialmente, onde a pele é mais sensível. No frio, a situação piora: o clima seco, as temperaturas baixas e os banhos quentes são a combinação ideal para as rachaduras e coceiras darem as caras.
“Evitar o uso excessivo do sabonete e a água muito quente são práticas que ajudam a manter na pele parte do seu manto hidrolipídico, isto é, sua hidratação natural”, indica André. Um bom creme hidratante complementa a proteção.

2. Escolhas erradas na hora do banho
“O ideal é usar um sabonete à base de glicerina”, explica o dermatologista. Esfoliação nessa região só é indicada sob orientação médica. Preste atenção também na hora de se secar: utilize uma toalha felpuda para não machucar os seios. “Aperte a toalha desde as bordas até o bico da mama”, ensina Mônica.

3. O tecido do sutiã
Você pode até não querer tirar do corpo aquela lingerie linda, mas se ela incomoda toda vez, é hora de repensar seu uso. Outra opção é comprar um protetor de aréola, daqueles em adesivo.

4. Escova progressiva
“Tenho visto muitas pacientes que fazem escova progressiva e, ao tomar banho, deixam o produto escorrer pelo corpo todo. Isso não é correto, pois o formol irrita a pele”, conta a mastologista. Então, se você fez algum tipo de química no salão, lembre-se de manter a cabeça bem longe do corpo ao enxaguar o cabelo pela primeira vez.

5. Roupas íntimas mal-lavadas
O suor propicia a proliferação de fungos e bactérias que, além de causarem mau odor, podem gerar micoses e furúnculos. “A mama é uma glândula sudorípara, por isso ela transpira bastante e solta secreções”, explica Mônica. O ideal é que sutiãs, tops e peças de academia sejam trocados diariamente.

6. Sobe e desce dos hormônios
As variações hormonais da TPM e da gravidez também podem ser a causa da coceira. “Nessas fases, aumenta a produção de hormônios que estimulam a circulação nas mamas”, diz a médica. As futuras mamães sofrem ainda com a expansão dos tecidos dos seios durante essa fase – outro motivo para a irritação.

7. Dermatite
Se nenhuma das causas anteriores se aplica a você, o problema pode ser dermatológico. “Uma doença que é bastante comum nessa área é a dermatite atópica, que causa coceira e vermelhidão no local e ao redor, diz André. Mas não se preocupe: com o tratamento adequado, ela tende a melhorar rapidinho. Converse com seu médico.

8. Sinal de câncer
A Doença de Paget também causa vermelhidão e coceira nos mamilos e indica uma fase inicial de câncer, segundo Mônica Travassos. Mas calma: o problema vem acompanhada de uma descamação excessiva da pele e não melhora com os tratamentos tradicionais. Nesse caso, você deve procurar um médico.

Fonte: Revista Boa Forma


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20 de julho de 2018 Dr. André LauthDoenças0

Se você é portadora de melasma ou não gosta que suas sardas fiquem mais aparentes no verão, saiba que existem substâncias para uso por via oral com o objetivo de impedir o surgimento e, até mesmo, de diminuir as manchas na pele.
Elas são, em sua maioria, antioxidantes muito potentes, que atuam em alguma das fases da produção da melanina, o pigmento da pele. Usadas de maneira adequada, podem ajudar a evitar o surgimento ou aumento das manchas durante o período de verão. Melhor ainda se associadas a um bom protetor solar e a um tratamento específico para o seu caso.
Infelizmente algumas dessas substâncias são vendidas com nomes que podem confundir, como “fotoprotetor oral” e “peeling em cápsulas”. Por mais que tenham efeitos na proteção e renovação da pele, ainda não existe uma substância que, ingerida, produza os mesmos efeitos que um protetor solar tópico ou um peeling.
Para evitar confusão, consulte seu dermatologista e aproveite a estação!
Quer saber mais? Acesse nossa página sobre Melasma .


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A chegada do outono traz uma queda nas temperaturas e na umidade, associada a uma maior instabilidade climática. Estes fatores podem causar vários transtornos à nossa pele, que vão desde um ressecamento leve até uma doença de pele propriamente dita! A estação pode reservar surpresas e alguns cuidados simples podem ajudar a evitá-las!

  • Não exagere no banho! Muitas vezes ele é o principal responsável pelo ressecamento da pele! Banhos demorados, quentes, com buchas e sabonetes por todo o corpo retiram a hidratação natural da pele. O ideal é passar pouco tempo embaixo d’água, usar sabonetes de glicerina e apenas nas axilas, mãos, pés e regiões íntimas. Você se ajuda e ainda ajuda o planeta!
  • Tenha o hidratante corporal como melhor amigo. Ele evitará o ressecamento da pele, principalmente nas extremidades (membros superiores e inferiores, principalmente as pernas), que costumam ser as áreas mais afetadas. Cada pessoa sabe que áreas são mais secas no seu corpo e deve hidratá-las mais. O dermatologista é o profissional mais capacitado para indicar o hidratante correto para você.
  • NÃO DEIXE DE USAR O PROTETOR SOLAR DIARIAMENTE. Não é porque a temperatura está mais amena, que você deve se descuidar. O sol continuará causando danos à sua pele e acelerando seu envelhecimento.
  • Começa nas próximas semanas a melhor época para se realizar procedimentos dermatológicos mais agressivos, como o laser. A menor incidência das radiações solares reduz o risco de surgimento de manchas na pele após a realização dos procedimentos. Além disso, as temperaturas mais amenas reduzem o desconforto sentido após estes tratamentos.

Nós, dermatologistas, estamos à sua disposição para ajudar no que for necessário!


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Tenho muito prazer no exercício da minha profissão e a exerço com humildade, paciência e tranquilidade.

Quanto aos meus campos de atuação na dermatologia, nos quais tenho grande experiência, destaco:

1 – Prevenção e tratamento do envelhecimento da pele, com foco em face, pescoço, colo, braços, antebraços e mãos. Aí entram novos tratamentos estéticos como aplicação de toxina botulínica, preenchimento com ácido hialurônico e hidroxiapatita de cálcio, luz intensa pulsada, skinbooster com ácido hialurônico, bioestimulação do colágeno com hidroxiapatita de cálcio e ácido poli-L-láctico, crioterapia, além da formulação de produtos específicos para a necessidade de cada paciente.

2 – Determinação de diagnósticos dermatológicos difíceis, incluindo alergias de pele;

3 – Tratamento da acne e das doenças da pele da face;

4 – Queda de cabelo;

5 – Melasma.

Entre outros. Navegue pelo site e conheça um pouco mais sobre as doenças mais frequentes e tratamentos .

Se houver alguma dúvida, faça sua pergunta aqui mesmo pelo site ou pelo e-mail [email protected] que responderei pessoalmente.

Será uma honra atender você!

Dr. André Lauth.
Dermatologista em Curitiba , membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD


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O início do verão e a chegada das férias têm levado inúmeras pessoas às praias do país. Porém, a diversão no litoral deve vir acompanhada de alguns cuidados com o sol para evitar problemas futuros. Para se ter uma ideia, o câncer de pele, ocasionado pela exposição excessiva ao sol, é o câncer mais frequente no Brasil, com 176 mil casos registrados ao ano. Por isso, os dermatologistas fazem algumas recomendações a fim de garantir a alegria constante nas férias.

O protetor solar deve ser o primeiro item a ser colocado na mala. Mas, para garantir sua eficácia é necessário escolher o tipo certo. Para isso, é importante entender alguns fatores a respeito das emissões solares. “O sol emite dois tipos principais de radiação que prejudicam a pele, a UVA (Ultravioleta A) e UVB (Ultravioleta B). O UVA está presente durante todo o dia e é o principal responsável pelo bronzeamento tardio. Já o UVB é o principal responsável pelas queimaduras solares e manchas, com maior incidência das 10h às 16h ”, explica o médico dermatologista de Curitiba , André Lauth.

Sabendo disso, ao escolher o protetor alguns critérios precisam ser observados. Por exigência da ANVISA, todo protetor solar deve conter em sua embalagem o FPS (que mede a proteção contra UVB) e o PPD (que mede a proteção contra UVA). Segundo o Dr. André Lauth, “o ideal é que o protetor solar tenha um FPS 30 ou maior. Já o PPD, pode estar na embalagem como um número, que deve ser pelo menos 1\3 do FPS, ou em sinais de positivo (+). Um sinal significa baixa proteção UVA e três, alta proteção UVA”.
A escolha deve levar ainda em consideração o tipo de pele de cada um. Peles secas, geralmente, aceitam bem a maioria dos produtos disponíveis no mercado. Entretanto, as pessoas com pele mistas e oleosas devem escolher protetores com toque seco, oil control (com controle de oleosidade) ou oil free (livre de óleo), informações que devem estar presentes nos rótulos dos produtos. Em relação à quantidade a ser aplicada para que o filtro forneça a proteção descrita na embalagem, os dermatologistas orientam o uso de 1 a 1,5 grama de protetor solar, o que equivale a uma colher de chá, isso apenas no rosto. “A maioria das pessoas têm por hábito usar menos que 0,5, grama, o que faz com que o filtro não proteja de acordo com as informações do rótulo. Por esse motivo, nós dermatologistas, indicamos o uso de protetores com FPS acima de 50. O produto deve ser aplicado 15 a 30 minutos antes do início da exposição ao sol, devendo ser reaplicado a cada 2 horas e/ou após banhos de ducha, mar, piscina, etc” explica o Dr. André Lauth.

O sol é ainda um grande vilão para os cabelos e lábios. No caso dos cabelos, o ideal é usar produtos leave in (cremes sem enxágue) com protetor solar e ao fim do dia lavar bem para retirar todo o creme, o excesso de oleosidade e/ou resíduos da água do mar/piscina. O uso de uma máscara hidratante de acordo com o tipo de cabelo também é recomendado. Os cabelos com química devem receber ainda mais cuidado, pois já estão parcialmente danificados. Já os lábios, devem ser protegidos com protetores específicos. Estes devem ser aplicados pelo menos a cada duas horas ou antes, caso tenham sido removidos por bebidas, saliva, etc.

 


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Responsável Técnico:
Dr. André Lauth - Dermatologista
CRM-PR 21.744

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Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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