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24 de maio de 2021 Dr. André LauthDoenças0

Você conhece a diferença entre Foliculite e Pseudofoliculite?

📌 Foliculite é uma inflamação superficial ou profunda na raiz dos pelos causada pela ação de microorganismos ou outras condições específicas da pele. Comum nas regiões dos braços, coxas e virilha, causa pequenas erupções avermelhadas com ou sem pus, inchaço, coceira e manchas escuras.

📌 Pseudofoliculite é uma reação à depilação, principalmente com lâmina ou com cera quente e fria. Por isso acontece mais na região da barba ou virilha. O pelo se curva para dentro na hora de crescer, causando as lesões, que costumam coçar e doer.

Saber essas diferenças é fundamental para a escolha do tratamento adequado. Se você sofre com inflamações na raiz dos pelos com frequência, converse com seu dermatologista.
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23 de março de 2021 Dr. André LauthDoenças0

O cuidado com a nossa pele deve ser permanente. Além de proteger e hidratar é preciso também estar atento a qualquer variação de aspecto ou textura. Vermelhidão sempre causa alerta, mas as manchas brancas também devem ser vistas com cautela e podem ser indicativos de diversas condições, como:

📍 Micoses: infecções causadas por fungos, muito comum em períodos mais quentes.
📍Dermatite atópica: um tipo de inflamação que (deixa) pode deixar a pele esbranquiçada, além de marcas vermelhas.
📍 Vitiligo: doença que causa grandes manchas totalmente brancas na pele e requer tratamento precoce e eficaz para (acompanhamento e) seu controle.
📍 Esclerose tuberosa: doença genética rara caracterizada pela presença de manchas brancas na região do tronco.
📍 Envelhecimento precoce (fotoenvelhecimento): a exposição solar sem proteção adequada pode causar manchas brancas na pele, que surgem principalmente em peles claras e após os 40 anos.

Se perceber alguma alteração na sua pele, visite seu dermatologista o quanto antes para diagnóstico e indicação de tratamento. Evite receitas caseiras e a automedicação.
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10 de fevereiro de 2021 Dr. André LauthDoenças0

No verão é preciso tomar alguns cuidados extras para evitar doenças de pele também bastante comuns nesse período, como as micoses e alergias.

 

👉 As micoses são infecções causadas pela ação de fungos que se proliferam com a umidade. Previna-se mantendo o corpo seco, evitando sapatos fechados e usando roupas leves. Não compartilhe objetos de uso pessoal e use chinelos em praias, piscinas e vestiários.

👉 As alergias na pele podem ter inúmeras causas. Alimentos, uso de medicação, produtos de beleza, tecidos das roupas e filtro solar incompatível com o tipo de pele podem resultar no aparecimento de manchas na pele, coceira, vermelhidão e irritação. Fique atento à qualidade dos produtos utilizados na pele, verifique as informações e recomendações do rótulo.  

 

Se perceber alguma anormalidade na sua pele, suspenda o uso dos produtos e converse com seu dermatologista.

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10 de fevereiro de 2021 Dr. André LauthDoenças0

O câncer de pele é um dos tipos de câncer mais comuns no mundo. Na maior parte das vezes, essa condição é desencadeada pela radiação ultravioleta emitida pelo sol, que causa um crescimento anormal e descontrolado das células da pele.

A forma mais simples de identificar o desenvolvimento do câncer de pele é ficar atento a qualquer anormalidade. Para isso, você pode seguir a regra do ABCDE. Veja como:

 

A – Assimetria: procure por pintas ou manchas assimétricas, isto é, que quando divididas ao meio têm 2 metades diferentes.

B – Bordas: avalie se nas manchas há bordas irregulares.

C – Cor: pintas com dois ou mais tons de marrom, preto e vermelho devem chamar sua atenção. A intensidade da cor geralmente não tem relação com o diagnóstico.

D – Diâmetro: identifique lesões com mais de cinco milímetros.

E – Evolução: fique atento a mudanças de cor, tamanho ou forma de pintas ou outras lesões de pele.

 

Diante de alguma suspeita, procure por um dermatologista de confiança. O diagnóstico precoce é a principal maneira de combater o câncer.

 

Aproveite e salve esse post para rever sempre que tiver dúvidas!

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25 de junho de 2020 Dr. André LauthDoenças0

A pandemia de COVID-19 trouxe muitas mudanças no nosso estilo de vida e uma delas, o uso de máscaras, pode trazer consequências à saúde da nossa pele. A dermatite seborreica, mesma doença que causa a caspa no couro cabeludo, pode também surgir no rosto. Assim, ela se apresenta como áreas avermelhadas, ressecadas, com ou sem descamação e que comprometem o centro das bochechas, laterais do nariz. Ainda na região ao redor da boca, área da barba, atrás das orelhas e nas mesmas, além das sobrancelhas e glabela.

Estas regiões podem ser comprometidas ao mesmo tempo ou isoladamente e a intensidade varia de pessoa para pessoa. Além disso, o estresse causado pelo isolamento e pelo “novo normal” também contribui para o agravamento do quadro. Felizmente, a dermatite seborreica é uma doença já bem conhecida e tratável. Assim, precisando de ajuda, nós, dermatologistas, estamos à disposição!
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25 de junho de 2020 Dr. André LauthDoenças0

Em tempos difíceis como o que estamos vivendo, nossos corpos e mentes sofrem, ficam sobrecarregados, estressados. As consequências podem ser as mais diversas e a queda de cabelos é uma das que mais observamos no consultório dermatológico ultimamente. O eflúvio telógeno é o responsável na maioria dos casos.

Neste distúrbio, devido ao estresse que o organismo sofre, uma quantidade maior de cabelos passa da fase de crescimento (anágena) para a de queda (telógena) e, em pouco tempo, começam a se soltar do couro cabeludo. Na prática, isto é visto como uma grande quantidade de cabelos no ralo do banheiro, na escova de pentear, no chão, no travesseiro, enfim, é algo que assusta os pacientes.

Felizmente, o eflúvio telógeno é tratável e todos os cabelos serão recuperados com o tratamento adequado. E lembre-se, o dermatologista é o médico da pele, cabelos e unhas!

Agende uma consulta para avaliar o seu caso. Estamos atendendo presencial (com todos os cuidados necessários) e por teleconsulta.

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1 de dezembro de 2019 Dr. André LauthDoenças0

Dezembro é o mês da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, da Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD, que esse ano vem com o tema “Um Sinal Pode Ser Câncer”.
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O câncer de pele é o mais comum no Brasil e corresponde a 33% de todos os tumores malignos registrados no país, segundo dados do INCA – Instituto Nacional de Câncer.
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Por isso, o objetivo da Campanha é disseminar para a população o valor dos cuidados com a pele e do uso do protetor solar, os riscos da doença e a importância do diagnóstico precoce para evitar mutilações ou danos maiores.
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A melhor forma de previnir o câncer de pele é investir no protetor solar. O ideal é que o filtro solar tenha um FPS (proteção contra UVB) 30 ou maior e PPD (proteção contra UVA) com, pelo menos, 1\3 do FPS.
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Por isso, faça parte da Campanha disseminando a informação e usando protetor solar!
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17 de junho de 2019 Dr. André LauthDoenças0

As olheiras são características pessoais, causadas pela combinação de três fatores:

1 – Profundidade da região periorbital inferior, o que causa sombra e intensifica o tom escuro. Caso exista necessidade de tratamento, a melhor alternativa quase sempre é o preenchimento com ácido hialurônico. Mas, outras opções existem e podem ser indicadas.

2 – Melanina é o pigmento da pele. Cada pessoa tem um tom de pele de acordo com a maneira como este pigmento é produzido e depositado na pele.

3 – Hemossiderina: é um pigmento que contém ferro e vem do sangue. Como a circulação sanguínea das pálpebras é muito rica, a hemossiderina acaba se depositando no local. Tanto a melanina, como a hemossiderina, podem ser removidas por produtos de aplicação tópica. Ou também por luz pulsada, laser e até com preenchimento de ácido hialurônico.

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20 de julho de 2018 Dr. André LauthDoenças0

O que é?

É uma doença vascular inflamatória crônica, com remissões e exarcebações, também chamada erroneamente de “acne rosácea”, pois a acne é uma doença da glândula sebácea, totalmente diferente da rosácea, seja pela a causa ou idade, ou pelos aspectos clínicos e as características no geral. A rosácea ocorre em 1,5% a 10% das populações estudadas. Ocorre principalmente em adultos entre 30 e 50 anos de idade. É mais frequente em mulheres, porém atinge muitos homens e, neles, o quadro tende a ser mais grave, evoluindo continuamente com rinofima (aumento gradual do nariz por espessamento e dilatação folículos). Raramente ocorre em negros.
A presença de eritemas e telangiectasias na região central da face, acompanhadas de pápulas e pústulas, geralmente não oferece dificuldade no diagnóstico da rosácea. O paciente pode fazer um diário das pioras (e das remissões) relacionando isso às suas atividades, alimentação, estresse e outros fatores. Existem quatro tipos clássicos de rosácea:
  • Eritemato-telangectasica – Subtipo1
  • Papulopustuloso – Subtipo2
  • Fimatoso (Rinofima) – Subtipo3
  • Ocular – Suptipo4: pode acompanhar qualquer um dos outros e vir sozinho também.

Sintomas

A rosácea é uma doença que afeta a pele principalmente da região centrofacial. Caracteriza-se por uma pele sensível, geralmente mais seca, que começa a ficar eritematosa (vermelha) facilmente e se irrita com ácidos e produtos dermatológicos, no geral. Aos poucos, a vermelhidão (eritema) tende a ficar permanente e aparecem vasos finos (telangiectasias), pápulas e pústulas que lembram a acne, podendo ocorrer edemas e nódulos. Fequentemente, surgem sintomas oculares, de olho seco e sensível à inflamação nas bordas palpebrais (blefarite). Na fase pré-rosácea, há eritema discreto na face, que se agrava com surtos de duração variável, surgindo espontaneamente ou pela ação de fatores citados. Aos poucos, os episódios podem se tornar frequentes e até permanentes.   Um sintoma pode ser mais proeminente que outro, variando muito de pessoa a pessoa. As lesões não necessariamente evoluem.  Sinais e sintomas típicos:
  • Flushing facial – períodos de sensação abrupta de vermelhidão e calor na pele como se fosse um surto de vasodilatação.
  • Telangiectasias – dilatação de pequenos vasos permanentes.
  • Persistente eritema facial. Possível edema facial
  • Pápulo-pustulosas – podem ocorrer nódulos; as pápulas podem, eventualmente, quando numerosas, formar placas granulomatosas (rosácea lupoide);
  • Rinofima – espessamento irregular e lobulado da pele do nariz, dilatação folicular, levando ao aumento e deformação do nariz . Esses espessamentos podem ocorrer em outras áreas além do nariz, como na região frontal, malares (maçãs do rosto) e pavilhões auriculares.
  • Alterações oculares – ocorrem em 50% dos casos (irritação, ressecamento, blefarite, conjuntivite e ceratite).
Tratamentos
Não há cura para a rosácea, mas há tratamento e controle, com muitos avanços recentes. Tudo depende da fase clínica que o paciente está. Se apresentar mais o eritema periódico ou o persistente, se mais pápulas, nódulos ou rinofima (hipertrofia do nariz). Todos os agravantes ou desencadeantes devem ser afastados ou controlados, como bebidas alcoólicas, exposição solar, vento, frio e ingestão de alimentos quentes.   O tratamento se inicia com sabonetes adequados; protetor solar com elevada proteção contra UVA e UVB e com veículo adequado à pele do paciente; e uso de antimicrobianos tópicos (metronidazol, ivermectina). Depois dessa fase, pode ser preciso o uso de derivados de tetraciclina (doxiciclina e outros) orais. Em casos persistentes e recidivantes, se utiliza isotretinoina oral em dose baixa.   Existe um novo tratamento tópico para o eritema não persistente, periódico, que vem em surtos (flushing). O laser ou a luz pulsada são excelentes para tratamento das telangiectasias. Para o rinofima, a abordagem pode ser cirurgia, radiofrequência, dermoabrasão ou laser. O médico dermatologista avalia o grau, a fase e a pessoa como um todo para indicar o melhor tratamento.
  A pele do paciente com rosácea é extremamente sensível a produtos químicos e físicos como sabões, higienizadores alcoólicos, adstringentes, abrasivos e peelings. Os agentes antimicrobianos apresentam-se efetivos no tratamento.  É importante enfatizar que o uso de filtros solares cotidianamente no rosto é fundamental para controle da doença e manutenção dos resultados, pois a radiação ultravioleta é um fator desencadeante e agravante. Outros fatores agravantes são bebidas alcoólicas, bebidas quentes ou condimentados, temperatura muito fria ou muito quente, medicamentos vasodilatadores e fatores emocionais.
Orientações gerais
  • A doença é benigna, porém crônica com surtos e recidivas;
  • Ler folhetos explicativos e sites de confiança sobre a doença;
  • Fazer um diário/cartilha de observação de fatores agravantes;
  • Proteção solar é fundamental. Diária;
  • Evitar álcool e outros agravantes;
  • Usar maquiagem corretiva;
  • Cuidado com exercícios exagerados, sol, drogas vasodilatadoras, ácidos tópicos, uso de sabonetes agressivos com álcool ou acetona, esfoliações ou tratamentos agressivos de qualquer natureza;
  • Visitar periodicamente um dermatologista.
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD

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