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1 de outubro de 2026 Dr. André LauthDoenças

Vermelhidão persistente no rosto, sensação de ardência, vasos aparentes ou pequenas lesões que parecem espinhas podem ser sinais de rosácea.

A condição é relativamente frequente nos consultórios dermatológicos brasileiros. Um estudo realizado em 13 ambulatórios de dermatologia no país encontrou prevalência de 12,7% entre os pacientes avaliados, com frequência mais elevada na região Sul.

Para quem mora em Curitiba, o tema merece atenção também por outra razão: frio, vento, calor e mudanças de temperatura podem desencadear ou intensificar crises de rosácea em algumas pessoas.

Por isso, quem percebe vermelhidão recorrente ou sensibilidade facial pode se beneficiar de uma avaliação com um dermatologista em Curitiba para diferenciar a rosácea de outras condições e entender quais fatores estão contribuindo para as crises.

O que é rosácea?

A rosácea é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a região central do rosto.

Ela pode provocar:

  • vermelhidão persistente;
  • episódios de rubor intenso;
  • sensação de calor;
  • ardência;
  • sensibilidade;
  • vasos sanguíneos aparentes;
  • pequenas pápulas e pústulas semelhantes à acne;
  • alterações nos olhos em alguns pacientes.

A aparência da rosácea também varia conforme o tom da pele. Em peles claras, a vermelhidão pode ser mais evidente. Em peles mais escuras, a alteração pode apresentar tonalidade arroxeada ou acastanhada.

Rosácea é comum no Sul do Brasil?

Os dados brasileiros disponíveis indicam que sim.

Um estudo epidemiológico realizado em diferentes regiões do Brasil encontrou rosácea em 12,7% dos pacientes avaliados em ambulatórios dermatológicos.

A região Sul apresentou a maior prevalência entre as regiões estudadas, seguida pelo Sudeste.

Isso não significa que exista um percentual conhecido especificamente para Curitiba. Entretanto, o dado regional ajuda a mostrar que a rosácea é uma condição relevante para pacientes que vivem no Sul do país.

Além disso, características climáticas podem influenciar o comportamento da doença.

Por que a rosácea pode incomodar mais em Curitiba?

Quem tem rosácea costuma perceber que determinados fatores ambientais alteram rapidamente a aparência e a sensibilidade da pele.

Entre os gatilhos reconhecidos estão:

  • frio;
  • vento;
  • calor excessivo;
  • exposição solar;
  • mudanças de temperatura;
  • ambientes muito aquecidos.

A American Academy of Dermatology inclui frio e vento entre os fatores capazes de desencadear crises de rosácea.

Isso pode ser particularmente relevante em uma cidade como Curitiba, onde o paciente pode sair de um ambiente externo frio e entrar rapidamente em locais aquecidos, ou enfrentar vento e exposição solar no mesmo dia.

Não significa que o clima cause rosácea. Ele pode funcionar como gatilho para quem já apresenta predisposição à doença.

Quais são os sintomas da rosácea?

Os sintomas variam bastante entre os pacientes.

Um dos sinais mais conhecidos é o rubor facial frequente: o rosto fica vermelho com facilidade e pode levar mais tempo para voltar à coloração habitual.

Com o passar do tempo, alguns pacientes podem apresentar vermelhidão persistente.

Também podem surgir:

Vasos aparentes

Pequenos vasos sanguíneos podem se tornar visíveis principalmente nas bochechas e ao redor do nariz.

Ardência e queimação

A pele pode apresentar sensação de calor, queimação ou desconforto mesmo sem lesões aparentes.

Pele muito sensível

Produtos que antes eram bem tolerados podem começar a causar ardência, coceira ou irritação.

Lesões semelhantes a espinhas

Alguns tipos de rosácea podem provocar pápulas e pústulas que visualmente lembram acne.

Por isso, é relativamente comum que o paciente inicialmente tente tratar o problema como acne e acabe irritando ainda mais a pele.

Alterações oculares

A rosácea também pode acometer os olhos, provocando ressecamento, vermelhidão, irritação e sensação de corpo estranho.

Em alguns pacientes, os sintomas oculares podem aparecer antes mesmo das manifestações mais evidentes na pele.

Rosácea e acne são a mesma coisa?

Não.

Apesar de algumas manifestações serem parecidas, acne e rosácea são condições diferentes.

A acne está associada principalmente à obstrução dos folículos, produção de sebo e processos inflamatórios específicos.

Na rosácea, existe uma combinação de inflamação, alterações vasculares e aumento da sensibilidade cutânea.

Outro ponto importante é que produtos comuns no tratamento da acne podem irritar uma pele com rosácea.

Por isso, antes de iniciar ácidos, esfoliantes ou secativos, é importante entender qual condição está presente.

O que pode piorar a rosácea?

Os gatilhos não são iguais para todos.

Entre os mais reconhecidos estão:

  • exposição solar;
  • calor;
  • frio;
  • vento;
  • bebidas muito quentes;
  • alimentos muito condimentados;
  • bebidas alcoólicas;
  • exercícios intensos;
  • estresse;
  • determinados cosméticos e produtos para a pele.

A exposição solar é um dos gatilhos mais frequentemente relacionados às crises.

O ideal é que o próprio paciente observe quais situações estão associadas à piora da vermelhidão, ardência ou sensibilidade.

Mudanças de temperatura podem piorar a rosácea?

Podem.

Tanto o frio quanto o superaquecimento são descritos como gatilhos da rosácea.

Por isso, algumas pessoas percebem piora quando passam rapidamente de ambientes frios para ambientes muito aquecidos.

Banhos muito quentes, aquecedores próximos ao rosto, exposição prolongada ao frio ou vento e atividades que elevam muito a temperatura corporal também podem contribuir para crises.

Para quem vive em Curitiba, observar a relação entre o clima e os episódios de vermelhidão pode ajudar a identificar parte dos gatilhos individuais.

Existe tratamento para rosácea?

Sim.

Embora seja uma condição crônica, existem estratégias capazes de controlar os sinais, reduzir crises e melhorar o desconforto.

O tratamento depende principalmente de quais manifestações estão presentes.

O dermatologista pode considerar:

  • cuidados específicos com a pele;
  • medicamentos tópicos;
  • medicamentos orais;
  • controle dos fatores desencadeantes;
  • proteção solar;
  • tratamentos com laser ou luz em casos selecionados.

A American Academy of Dermatology destaca que o tratamento costuma combinar cuidados suaves com a pele, fotoproteção, identificação de gatilhos e, quando necessário, medicamentos e tecnologias.

Quais medicamentos podem ser usados para rosácea?

A escolha depende do tipo de rosácea e das manifestações predominantes.

Podem ser utilizados medicamentos tópicos para controlar inflamação, lesões e vermelhidão.

Em determinados pacientes, o dermatologista também pode considerar tratamentos por via oral.

O medicamento, a concentração e o período de uso devem ser definidos após avaliação médica.

Automedicação pode irritar uma pele que já apresenta barreira cutânea sensível.

Laser pode tratar a vermelhidão da rosácea?

Em determinados pacientes, sim.

Lasers vasculares e tecnologias de luz podem ser utilizados para tratar principalmente:

  • vermelhidão persistente;
  • vasos aparentes;
  • determinadas alterações vasculares associadas à rosácea.

A terapia com luz intensa pulsada também pode ser utilizada em alguns casos para melhorar vermelhidão e flushing.

A escolha da tecnologia depende do fototipo, intensidade da vermelhidão, presença de vasos e características individuais da pele.

Quem tem rosácea precisa usar protetor solar?

Sim.

A exposição solar está entre os gatilhos mais importantes da rosácea.

O uso diário de protetor solar ajuda a reduzir estímulos capazes de desencadear vermelhidão e inflamação.

Para peles sensíveis, podem ser preferíveis fórmulas com boa tolerabilidade e menor potencial irritativo.

A American Academy of Dermatology recomenda fotoproteção de amplo espectro com FPS 30 ou superior e destaca que filtros físicos, como óxido de zinco e dióxido de titânio, tendem a ser melhor tolerados por algumas pessoas com rosácea.

Quais produtos devem ser evitados por quem tem rosácea?

A pele com rosácea costuma apresentar maior sensibilidade.

Produtos muito agressivos podem aumentar ardência, vermelhidão e irritação.

Algumas substâncias potencialmente irritantes incluem:

  • álcool em determinadas formulações;
  • fragrâncias;
  • mentol;
  • cânfora;
  • ácido glicólico;
  • ácido lático;
  • detergentes muito agressivos.

Também é importante evitar esfregar, esfoliar ou massagear excessivamente a região.

A recomendação é manter uma rotina de cuidados simples e compatível com a tolerância da pele.

Rosácea tem cura?

A rosácea é uma condição crônica.

Isso significa que pode apresentar períodos de melhora e períodos de piora.

O tratamento busca controlar os sinais, reduzir a frequência e intensidade das crises e evitar a progressão das manifestações.

Quando o paciente entende os próprios gatilhos e mantém os cuidados indicados, é possível controlar melhor o comportamento da doença.

Quando procurar um dermatologista para rosácea?

Vale procurar avaliação quando a vermelhidão facial:

  • acontece com frequência;
  • demora para desaparecer;
  • vem acompanhada de ardência;
  • apresenta vasos aparentes;
  • piora com determinados produtos;
  • apresenta lesões semelhantes à acne;
  • está associada a sintomas nos olhos;
  • começa a interferir no conforto ou na rotina.

A rosácea pode ser confundida com acne, dermatite, alergias e outras condições dermatológicas.

Por isso, o diagnóstico correto influencia diretamente a escolha do tratamento.

Dermatologista Curitiba: tratamento da rosácea

Para quem pesquisa por dermatologista Curitiba ou procura um dermatologista em Curitiba para tratamento de rosácea, a avaliação deve considerar tanto as características da pele quanto os gatilhos presentes na rotina.

Em pacientes que vivem em Curitiba, fatores como frio, vento, exposição solar e mudanças de temperatura podem ser relevantes na investigação das crises.

Durante a consulta, o dermatologista pode avaliar:

  • padrão da vermelhidão;
  • presença de vasos;
  • sensibilidade da pele;
  • lesões inflamatórias;
  • possíveis sintomas oculares;
  • produtos utilizados na rotina;
  • fatores que provocam ou agravam as crises.

A partir dessa análise, é possível definir uma estratégia que pode envolver mudanças nos cuidados diários, medicamentos e, em alguns casos, tratamentos com tecnologias.

Perguntas frequentes sobre rosácea

Rosácea é comum em Curitiba?

Não há um percentual consolidado específico para Curitiba. Entretanto, um estudo brasileiro encontrou maior prevalência de rosácea na região Sul entre as regiões avaliadas. Além disso, frio e vento — condições que podem ocorrer com frequência na cidade — são gatilhos reconhecidos para algumas pessoas com rosácea.

Frio piora a rosácea?

Pode piorar em algumas pessoas. Frio e vento estão entre os gatilhos reconhecidos para crises de rosácea.

Rosácea pode aparecer de repente?

Os sinais podem se tornar mais perceptíveis ao longo do tempo. Algumas pessoas começam com episódios ocasionais de vermelhidão antes de desenvolver alterações mais persistentes.

Quem tem rosácea pode usar ácidos?

Depende do produto, da concentração e da sensibilidade da pele. Ácidos podem causar irritação em algumas pessoas com rosácea, por isso sua indicação deve ser individualizada.

Rosácea pode ser confundida com acne?

Sim. A rosácea pode causar pequenas lesões inflamatórias semelhantes a espinhas, mas as duas condições apresentam características e tratamentos diferentes.

Qual médico trata rosácea?

O dermatologista é o especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento da rosácea.

Quando procurar um dermatologista em Curitiba para rosácea?

Quando existe vermelhidão recorrente, ardência, sensibilidade, vasos aparentes ou lesões persistentes no rosto, a avaliação dermatológica pode ajudar a identificar se o quadro é rosácea e quais fatores estão contribuindo para as crises.


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1 de outubro de 2026 Dr. André LauthDoenças

Manchas no rosto podem surgir por diferentes motivos. Melasma, exposição solar, acne, inflamações e alterações hormonais estão entre as possíveis causas.

Por isso, antes de escolher um creme, ácido ou procedimento, é importante entender qual é o tipo de mancha presente na pele.

Para quem procura um dermatologista em Curitiba para tratar melasma ou manchas no rosto, a avaliação dermatológica é o ponto de partida para diferenciar essas alterações e definir quais estratégias podem ser indicadas para cada caso.

O que é melasma?

O melasma é uma alteração de pigmentação caracterizada pelo surgimento de manchas acastanhadas, geralmente irregulares e simétricas.

É mais frequente no rosto, especialmente em regiões como:

  • testa;
  • bochechas;
  • nariz;
  • região acima dos lábios.

O desenvolvimento do melasma envolve diferentes fatores. Predisposição genética, exposição à radiação solar, luz visível e alterações hormonais podem participar do processo.

Além disso, o melasma apresenta comportamento crônico. Mesmo depois de períodos de clareamento, a pigmentação pode voltar a se intensificar.

Por esse motivo, o tratamento para melasma costuma envolver uma estratégia contínua de controle, manutenção e prevenção de novos episódios de escurecimento.

Toda mancha no rosto é melasma?

Não.

Embora diferentes manchas possam apresentar aparência semelhante, existem várias alterações de pigmentação que podem acometer o rosto.

Entre elas estão:

  • melasma;
  • lentigos solares;
  • hiperpigmentação após acne;
  • manchas após processos inflamatórios;
  • alterações relacionadas à exposição solar;
  • alterações pigmentares associadas a determinados medicamentos ou condições clínicas.

Essa diferenciação é importante porque um tratamento adequado para determinado tipo de mancha pode não ser indicado para outro.

Quem busca tratamento para manchas no rosto em Curitiba, portanto, deve primeiro identificar a origem da pigmentação antes de iniciar ácidos, lasers ou outros procedimentos.

Qual é o melhor tratamento para melasma?

Não existe um único tratamento indicado para todos os pacientes com melasma.

A escolha depende de características como:

  • tipo e tonalidade da pele;
  • intensidade das manchas;
  • profundidade da pigmentação;
  • histórico de tratamentos anteriores;
  • sensibilidade da pele;
  • exposição solar;
  • fatores hormonais;
  • presença de inflamação;
  • rotina do paciente.

Na consulta com o dermatologista em Curitiba, esses fatores podem ser avaliados antes da definição de uma estratégia.

Em muitos casos, o tratamento combina fotoproteção, medicamentos ou cosméticos de uso domiciliar e procedimentos dermatológicos selecionados conforme as características da pele.

O tratamento também pode mudar ao longo do acompanhamento. Uma estratégia adequada em determinado momento pode precisar ser ajustada conforme a resposta da pele.

1. Fotoproteção no tratamento do melasma

O uso de protetor solar é uma das principais medidas no controle do melasma.

A exposição à radiação ultravioleta pode estimular a produção de melanina e favorecer o escurecimento das manchas.

A luz visível também pode contribuir para a pigmentação, especialmente em determinados tons de pele.

Por isso, em alguns casos, podem ser indicados filtros solares com cor e pigmentos capazes de ampliar a proteção contra a luz visível.

Além do protetor solar, outras medidas podem complementar a fotoproteção, como:

  • uso de chapéus;
  • evitar exposição solar intensa;
  • reaplicar o filtro solar ao longo do dia;
  • priorizar áreas de sombra nos períodos de maior radiação.

A fotoproteção deve continuar mesmo quando as manchas apresentam melhora, já que faz parte da manutenção do tratamento.

2. Cremes e ativos para melasma

Os tratamentos tópicos podem atuar em diferentes etapas relacionadas à produção e distribuição da melanina.

Dependendo do caso, o dermatologista pode indicar substâncias como:

  • hidroquinona;
  • ácido azelaico;
  • ácido kójico;
  • retinoides;
  • vitamina C;
  • ácido tranexâmico tópico;
  • combinações de agentes despigmentantes.

A concentração, combinação e duração do tratamento precisam ser avaliadas individualmente.

Usar vários ácidos ou clareadores ao mesmo tempo, sem orientação, pode provocar irritação, sensibilização e comprometimento da barreira da pele.

Em peles predispostas à pigmentação, essa inflamação também pode favorecer o aparecimento de novas manchas.

3. Peelings para manchas e melasma

Peelings químicos podem ser utilizados em determinados quadros de hiperpigmentação.

O procedimento promove uma renovação controlada das camadas mais superficiais da pele e pode auxiliar no tratamento das manchas quando existe indicação adequada.

Existem diferentes substâncias, concentrações e profundidades de peeling.

A escolha depende do diagnóstico, do fototipo, do histórico do paciente e da resposta da pele.

Procedimentos excessivamente agressivos podem provocar inflamação e aumentar o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.

Por isso, mais intensidade nem sempre significa melhor resultado no tratamento de manchas.

4. Microagulhamento para melasma

O microagulhamento também pode fazer parte da estratégia de tratamento em pacientes selecionados.

O procedimento produz microperfurações controladas na pele e pode ser associado a determinados tratamentos tópicos.

Entretanto, nem toda pessoa com melasma possui indicação para o procedimento.

A decisão deve considerar características da pele, sensibilidade, histórico de pigmentação, intensidade do melasma e outros tratamentos realizados anteriormente.

5. Lasers para melasma e manchas

Lasers e outras tecnologias podem ser utilizados no tratamento de determinadas alterações pigmentares.

No caso do melasma, a indicação exige atenção especial.

Isso acontece porque o excesso de calor, energia ou inflamação pode estimular a produção de pigmento e causar o efeito contrário ao esperado, com piora ou reaparecimento das manchas.

Por isso, a escolha da tecnologia, da intensidade e dos parâmetros utilizados precisa ser individualizada.

Laser de CO₂ fracionado pode ser utilizado no tratamento de manchas?

O laser de CO₂ fracionado é uma das tecnologias que podem ser consideradas em casos selecionados.

Ele atua criando microzonas controladas de tratamento na pele, estimulando renovação e remodelação cutânea. Além de alterações de textura, cicatrizes e fotoenvelhecimento, pode fazer parte da estratégia para determinados tipos de manchas.

No melasma, entretanto, sua utilização requer cuidado.

O procedimento não deve ser aplicado de forma padronizada em todos os pacientes. Fototipo, profundidade da pigmentação, sensibilidade da pele, histórico de hiperpigmentação e tratamentos anteriores precisam ser avaliados antes da indicação.

Além disso, a habilidade e a experiência do médico na utilização do laser de CO₂ são especialmente importantes, porque parâmetros inadequados ou estímulos excessivos podem aumentar a inflamação e favorecer a hiperpigmentação pós-inflamatória.

A definição da energia, densidade, profundidade e número de passadas deve respeitar as características da pele e o objetivo de cada tratamento.

Por isso, quando o laser de CO₂ é considerado para melasma ou manchas, ele costuma fazer parte de uma estratégia mais ampla, associada à fotoproteção, ao preparo adequado da pele e, quando necessário, a tratamentos tópicos antes e depois do procedimento.

6. Outras tecnologias para manchas

Além do laser de CO₂, existem outras tecnologias que podem ser utilizadas no tratamento de alterações pigmentares, dependendo do diagnóstico.

A escolha não deve ser baseada apenas no tipo de aparelho disponível.

O dermatologista precisa considerar:

  • qual é o tipo de mancha;
  • em que camada da pele está o pigmento;
  • qual é o fototipo do paciente;
  • se existe tendência à hiperpigmentação;
  • quais tratamentos já foram realizados;
  • como a pele costuma reagir à inflamação.

Em muitos casos, diferentes tecnologias podem ser combinadas ou utilizadas em fases distintas do tratamento.

7. Ácido tranexâmico para melasma

O ácido tranexâmico também pode ser utilizado em alguns protocolos para melasma.

Existem apresentações tópicas e, em situações específicas, o medicamento pode ser considerado por via oral.

O uso oral exige avaliação médica prévia, já que existem contraindicações e fatores de risco que precisam ser investigados.

Por isso, não é um tratamento que deve ser iniciado por conta própria.

Melasma tem cura?

O melasma é considerado uma condição crônica e pode apresentar recorrência.

Isso significa que as manchas podem clarear significativamente com o tratamento, mas também podem voltar a se intensificar diante de determinados estímulos.

Exposição solar, alterações hormonais, inflamações e irritações da pele estão entre os fatores que podem contribuir para novos episódios de escurecimento.

Por isso, o tratamento não termina necessariamente quando a mancha clareia.

A manutenção é parte importante do controle do melasma.

Quanto tempo leva para clarear o melasma?

O tempo de resposta varia de pessoa para pessoa.

Características da pele, intensidade das manchas, profundidade do pigmento, rotina de fotoproteção e adesão ao tratamento interferem diretamente na evolução.

Em muitos casos, são necessários meses de acompanhamento.

Também podem existir períodos de melhora e piora ao longo do tratamento.

Por isso, promessas de eliminar completamente o melasma em poucos dias ou em poucas sessões devem ser vistas com cautela.

Por que o melasma volta depois do tratamento?

Mesmo após o clareamento das manchas, as células responsáveis pela produção de melanina continuam presentes na pele.

Quando existem novos estímulos, a produção de pigmento pode aumentar novamente.

Entre os fatores associados à recorrência estão:

  • exposição solar;
  • luz visível;
  • alterações hormonais;
  • processos inflamatórios;
  • irritações provocadas por produtos;
  • procedimentos inadequados;
  • abandono da fotoproteção.

É justamente por isso que o acompanhamento dermatológico pode incluir uma fase de manutenção após a melhora inicial.

Ácidos podem piorar o melasma?

Podem, principalmente quando utilizados de maneira inadequada.

Aplicar concentrações muito altas, misturar diferentes substâncias ou usar produtos irritantes com frequência excessiva pode provocar inflamação.

Em algumas pessoas, essa irritação pode gerar hiperpigmentação pós-inflamatória, fazendo com que a região fique ainda mais escura.

O tratamento deve buscar equilíbrio entre ação sobre o pigmento e tolerância da pele.

Laser pode piorar o melasma?

Pode, quando existe indicação inadequada, excesso de energia ou parâmetros incompatíveis com aquele tipo de pele.

O melasma apresenta forte relação com processos inflamatórios. Por isso, procedimentos que geram calor ou agressão excessiva podem provocar rebote de pigmentação.

Isso não significa que lasers não possam ser utilizados.

Significa que a indicação da tecnologia e a habilidade do médico para ajustar o tratamento são fundamentais.

No caso do laser de CO₂, por exemplo, conhecer o comportamento da pele, trabalhar com parâmetros adequados e planejar corretamente o período antes e depois do procedimento pode fazer diferença na segurança da abordagem.

Melasma piora no verão?

A maior exposição à radiação solar durante os meses mais quentes pode favorecer o escurecimento do melasma.

Por isso, alguns pacientes percebem piora das manchas no verão.

Isso reforça a importância de manter a fotoproteção durante todo o ano, incluindo reaplicação do protetor solar e medidas físicas de proteção sempre que necessário.

Quando procurar um dermatologista para manchas no rosto?

Uma avaliação dermatológica é indicada quando uma mancha:

  • apareceu recentemente;
  • aumentou de tamanho;
  • mudou de aparência;
  • permanece por longos períodos;
  • piorou após determinado tratamento;
  • não melhora com os cuidados habituais;
  • causa dúvida sobre sua origem.

Nem toda alteração escura na pele deve ser tratada simplesmente como melasma.

Antes de clarear uma mancha, é importante identificar corretamente o diagnóstico.

Dermatologista em Curitiba para tratamento de melasma e manchas

Quem procura um dermatologista em Curitiba para tratamento de melasma e manchas na pele pode encontrar diferentes possibilidades terapêuticas, desde tratamentos tópicos até peelings, microagulhamento e tecnologias como lasers.

A escolha depende da avaliação de cada paciente.

Duas pessoas com manchas aparentemente semelhantes podem precisar de tratamentos diferentes devido ao fototipo, à profundidade do pigmento, à sensibilidade da pele e ao histórico de hiperpigmentação.

Quando tecnologias mais intensas são consideradas, como o laser de CO₂ fracionado, a experiência do médico também é um fator importante.

O conhecimento sobre os parâmetros do equipamento, a seleção adequada do paciente e o acompanhamento antes e depois do procedimento ajudam a reduzir riscos e orientar uma estratégia compatível com aquele tipo de pele.

O acompanhamento dermatológico permite observar como a pigmentação responde e realizar ajustes ao longo do tratamento.

Perguntas frequentes sobre melasma

Qual é o tratamento mais eficaz para melasma?

Não existe um único tratamento que apresente o mesmo resultado para todos os pacientes. A abordagem pode combinar fotoproteção, medicamentos tópicos e procedimentos dermatológicos conforme o diagnóstico e as características da pele.

Qual profissional trata melasma?

O dermatologista é o médico especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento das doenças e alterações da pele, incluindo o melasma e outros tipos de hiperpigmentação.

Laser de CO₂ pode tratar melasma?

O laser de CO₂ fracionado pode ser considerado em situações selecionadas, mas não é indicado de forma indiscriminada para todos os casos de melasma. O médico precisa avaliar o fototipo, a tendência à pigmentação e o comportamento da pele antes de definir se a tecnologia é adequada.

A experiência do médico faz diferença no laser de CO₂?

Sim. A escolha de parâmetros como energia, densidade e profundidade influencia diretamente a resposta da pele. Em pacientes com predisposição à pigmentação, um estímulo excessivo pode aumentar a inflamação e favorecer novas manchas.

Laser tira melasma definitivamente?

Não. Tecnologias podem contribuir para o tratamento em determinados casos, mas o melasma possui comportamento crônico e pode apresentar recorrência.

Protetor solar ajuda a controlar o melasma?

Sim. A fotoproteção é uma das principais medidas para reduzir os estímulos que favorecem o escurecimento das manchas e também auxilia na manutenção dos resultados de outros tratamentos.

Posso usar ácido todos os dias para melasma?

A frequência depende da substância, da concentração e das características da pele. O uso excessivo pode causar irritação e favorecer hiperpigmentação.

Quando procurar um dermatologista em Curitiba para tratar melasma?

A avaliação pode ser procurada quando as manchas permanecem, aumentam, pioram após tratamentos ou quando existe dúvida sobre o diagnóstico. O dermatologista pode diferenciar o melasma de outras alterações de pigmentação e definir quais tratamentos são adequados para cada caso.


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22 de setembro de 2026 Dr. André LauthDoenças

A acne é uma das condições de pele mais comuns, mas suas marcas podem permanecer mesmo depois que as espinhas deixam de aparecer. As cicatrizes de acne podem afetar a textura da pele, a autoestima e a forma como a pessoa se relaciona com a própria imagem.

A boa notícia é que atualmente existem diferentes opções de tratamento para cicatriz de acne, e a escolha depende do tipo de marca, da profundidade da cicatriz e das características individuais da pele.

Como dermatologista em Curitiba, acompanho pacientes que chegam ao consultório com uma dúvida frequente: “As cicatrizes de acne têm solução?”

A resposta depende de uma avaliação dermatológica detalhada, porque cada tipo de cicatriz responde melhor a uma abordagem específica.


Por que a acne pode deixar cicatrizes?

Durante uma crise de acne, principalmente quando existem lesões inflamadas e profundas, ocorre um processo de inflamação na pele. Quando essa inflamação atinge camadas mais profundas, pode haver alteração na produção de colágeno e na regeneração da pele.

O resultado pode ser:

  • depressões ou “furinhos” na pele;
  • alterações de textura;
  • cicatrizes mais profundas;
  • manchas que permanecem após o controle da acne.

Por isso, tratar a acne ativa é importante não apenas para controlar novas lesões, mas também para reduzir o risco de marcas futuras.


Quais são os tipos de cicatriz de acne?

Antes de iniciar qualquer tratamento, o dermatologista avalia qual tipo de cicatriz está presente.

Cicatrizes atróficas

São aquelas em que ocorre uma perda de volume da pele, formando pequenas depressões.

Podem ser classificadas como:

  • Ice pick: cicatrizes estreitas e profundas;
  • Boxcar: possuem formato mais arredondado ou com bordas definidas;
  • Rolling: causam uma aparência irregular e ondulada na pele.

Cicatrizes hipertróficas

São cicatrizes elevadas, causadas por uma produção aumentada de tecido durante o processo de cicatrização.

Manchas após acne

Apesar de muitas pessoas chamarem de “cicatriz”, as manchas vermelhas ou escuras após a acne são alterações diferentes e podem exigir outros tratamentos.


Quais tratamentos são indicados para cicatriz de acne?

O tratamento da cicatriz de acne é definido após uma avaliação individual. Algumas opções utilizadas na dermatologia incluem:

Laser fracionado

O laser promove estímulos controlados na pele, favorecendo a renovação celular e a produção de colágeno. Pode ser indicado principalmente para melhorar textura e irregularidades da pele.

Microagulhamento

O procedimento utiliza pequenas agulhas para criar estímulos controlados na pele, favorecendo a formação de novo colágeno.

Subcisão

É uma técnica utilizada em alguns tipos de cicatrizes profundas, principalmente aquelas que possuem aderências abaixo da pele. O objetivo é liberar essas áreas e melhorar a depressão causada pela cicatriz.

Preenchimento de cicatrizes

Em alguns casos selecionados, substâncias de preenchimento podem ajudar a elevar determinadas cicatrizes deprimidas.

Combinação de tratamentos

Muitas vezes, os melhores resultados são alcançados combinando diferentes técnicas, porque uma mesma pessoa pode apresentar mais de um tipo de cicatriz.


O tratamento de cicatriz de acne elimina completamente as marcas?

Essa é uma dúvida muito comum no consultório.

O objetivo do tratamento é melhorar a aparência das cicatrizes, a textura da pele e a qualidade da pele, mas a resposta varia de pessoa para pessoa.

Fatores como:

  • tipo de cicatriz;
  • profundidade;
  • tempo de evolução;
  • características da pele;
  • cuidados após os procedimentos;

influenciam diretamente nos resultados.

Por isso, a avaliação dermatológica é fundamental para criar uma estratégia realista e segura.


Quando procurar um dermatologista para tratar cicatriz de acne?

Muitas pessoas esperam anos após a acne desaparecer para buscar tratamento, mas a avaliação pode ser feita assim que as cicatrizes começam a incomodar.

O dermatologista irá analisar:

  • se a acne ainda está ativa;
  • quais marcas estão presentes;
  • quais procedimentos são mais indicados;
  • como preparar e cuidar da pele antes e depois do tratamento.

Tratamento de cicatriz de acne em Curitiba

Se você procura um tratamento para cicatriz de acne em Curitiba, o primeiro passo é realizar uma consulta dermatológica.

Cada pele possui necessidades diferentes, e o planejamento do tratamento deve considerar não apenas a aparência das marcas, mas também a saúde e a qualidade da pele a longo prazo.

Com uma abordagem personalizada, é possível melhorar a textura da pele e recuperar a confiança ao se olhar no espelho.

Agende uma consulta com um dermatologista em Curitiba e descubra quais opções podem ser indicadas para o seu caso.



14 de janeiro de 2022 Dr. André LauthDoenças

Você sabe o que é Transtorno Dismórfico Corporal?

Essa é uma condição preocupante que afeta a percepção que o paciente tem da própria imagem corporal, fazendo-o ver defeitos estéticos irreais.

 

Nos últimos tempos, a preocupação exagerada e sem controle com a aparência tem levado pessoas a se submeterem a uma série de procedimentos estéticos na tentativa de corrigir problemas que, muitas vezes, não existem.

 

É responsabilidade do médico identificar sinais do Transtorno Dismórfico Corporal e orientar o paciente para tratamento psicológico e medicamentoso. 

 

Zelar pelo bem do paciente é responsabilidade de todo e qualquer profissional da área da saúde. Precisamos falar sobre isso!

 

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Dr. André Lauth

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4 de agosto de 2021 Dr. André LauthDoenças

Você sabia que existem mais de 5 milhões de brasileiros com psoríase?

Por ser uma condição crônica que atinge homens e mulheres, é importante aumentarmos a conscientização das pessoas sobre essa doença. Conheça 3 mitos sobre essa doença.

 

❌ É causada por estresse

Além do estresse, a psoríase também sofre influência de outros fatores como a predisposição genética e condições ambientais.

 

❌ Se manifesta somente na pele

A psoríase pode afetar a pele, as unhas e as articulações. É comumente vista em pacientes que também apresentam outras doenças, como hipertensão arterial, obesidade e diabetes.

 

❌ Pode ser tratada com remédios caseiros

Apesar de não ter cura definitiva, ela pode ser controlada com acompanhamento do dermatologista. O uso de fórmulas caseiras e a automedicação podem agravar o problema.

 

Para problemas de pele, unhas e cabelos, procure um dermatologista de confiança.

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Dr. André Lauth

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24 de maio de 2021 Dr. André LauthDoenças

Você conhece a diferença entre Foliculite e Pseudofoliculite?

📌 Foliculite é uma inflamação superficial ou profunda na raiz dos pelos causada pela ação de microorganismos ou outras condições específicas da pele. Comum nas regiões dos braços, coxas e virilha, causa pequenas erupções avermelhadas com ou sem pus, inchaço, coceira e manchas escuras.

📌 Pseudofoliculite é uma reação à depilação, principalmente com lâmina ou com cera quente e fria. Por isso acontece mais na região da barba ou virilha. O pelo se curva para dentro na hora de crescer, causando as lesões, que costumam coçar e doer.

Saber essas diferenças é fundamental para a escolha do tratamento adequado. Se você sofre com inflamações na raiz dos pelos com frequência, converse com seu dermatologista.
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23 de março de 2021 Dr. André LauthDoenças

O cuidado com a nossa pele deve ser permanente. Além de proteger e hidratar é preciso também estar atento a qualquer variação de aspecto ou textura. Vermelhidão sempre causa alerta, mas as manchas brancas também devem ser vistas com cautela e podem ser indicativos de diversas condições, como:

📍 Micoses: infecções causadas por fungos, muito comum em períodos mais quentes.
📍Dermatite atópica: um tipo de inflamação que (deixa) pode deixar a pele esbranquiçada, além de marcas vermelhas.
📍 Vitiligo: doença que causa grandes manchas totalmente brancas na pele e requer tratamento precoce e eficaz para (acompanhamento e) seu controle.
📍 Esclerose tuberosa: doença genética rara caracterizada pela presença de manchas brancas na região do tronco.
📍 Envelhecimento precoce (fotoenvelhecimento): a exposição solar sem proteção adequada pode causar manchas brancas na pele, que surgem principalmente em peles claras e após os 40 anos.

Se perceber alguma alteração na sua pele, visite seu dermatologista o quanto antes para diagnóstico e indicação de tratamento. Evite receitas caseiras e a automedicação.
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10 de fevereiro de 2021 Dr. André LauthDoenças

No verão é preciso tomar alguns cuidados extras para evitar doenças de pele também bastante comuns nesse período, como as micoses e alergias.

 

👉 As micoses são infecções causadas pela ação de fungos que se proliferam com a umidade. Previna-se mantendo o corpo seco, evitando sapatos fechados e usando roupas leves. Não compartilhe objetos de uso pessoal e use chinelos em praias, piscinas e vestiários.

👉 As alergias na pele podem ter inúmeras causas. Alimentos, uso de medicação, produtos de beleza, tecidos das roupas e filtro solar incompatível com o tipo de pele podem resultar no aparecimento de manchas na pele, coceira, vermelhidão e irritação. Fique atento à qualidade dos produtos utilizados na pele, verifique as informações e recomendações do rótulo.  

 

Se perceber alguma anormalidade na sua pele, suspenda o uso dos produtos e converse com seu dermatologista.

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10 de fevereiro de 2021 Dr. André LauthDoenças

O câncer de pele é um dos tipos de câncer mais comuns no mundo. Na maior parte das vezes, essa condição é desencadeada pela radiação ultravioleta emitida pelo sol, que causa um crescimento anormal e descontrolado das células da pele.

A forma mais simples de identificar o desenvolvimento do câncer de pele é ficar atento a qualquer anormalidade. Para isso, você pode seguir a regra do ABCDE. Veja como:

 

A – Assimetria: procure por pintas ou manchas assimétricas, isto é, que quando divididas ao meio têm 2 metades diferentes.

B – Bordas: avalie se nas manchas há bordas irregulares.

C – Cor: pintas com dois ou mais tons de marrom, preto e vermelho devem chamar sua atenção. A intensidade da cor geralmente não tem relação com o diagnóstico.

D – Diâmetro: identifique lesões com mais de cinco milímetros.

E – Evolução: fique atento a mudanças de cor, tamanho ou forma de pintas ou outras lesões de pele.

 

Diante de alguma suspeita, procure por um dermatologista de confiança. O diagnóstico precoce é a principal maneira de combater o câncer.

 

Aproveite e salve esse post para rever sempre que tiver dúvidas!

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25 de junho de 2020 Dr. André LauthDoenças

A pandemia de COVID-19 trouxe muitas mudanças no nosso estilo de vida e uma delas, o uso de máscaras, pode trazer consequências à saúde da nossa pele. A dermatite seborreica, mesma doença que causa a caspa no couro cabeludo, pode também surgir no rosto. Assim, ela se apresenta como áreas avermelhadas, ressecadas, com ou sem descamação e que comprometem o centro das bochechas, laterais do nariz. Ainda na região ao redor da boca, área da barba, atrás das orelhas e nas mesmas, além das sobrancelhas e glabela.
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Estas regiões podem ser comprometidas ao mesmo tempo ou isoladamente e a intensidade varia de pessoa para pessoa. Além disso, o estresse causado pelo isolamento e pelo “novo normal” também contribui para o agravamento do quadro. Felizmente, a dermatite seborreica é uma doença já bem conhecida e tratável. Assim, precisando de ajuda, nós, dermatologistas, estamos à disposição!
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Dr. André Lauth – Dermatologista Curitiba
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