20 de julho de 2018 Dr. André LauthProcedimentos0

CRIOTERAPIA: UM MÉTODO SIMPLES, EFICAZ, POUCO DOLOROSO E BARATO PARA TRATAR DIVERSAS DOENÇAS DE PELE.

 

Introduzida na dermatologia na década de 60, a crioterapia ou, mais adequadamente, criocirurgia, consiste na cauterização (queimadura) controlada de lesões de pele, por meio da exposição a baixas temperaturas.
O equipamento utilizado é um recipiente metálico dentro do qual é colocado nitrogênio líquido, a – 195,8°. Após fechado, ele funciona como uma panela de pressão, mas com uma válvula que permite a saída do ar gelado de forma extremamente precisa, como você pode observar no vídeo.
Inclusive, as lesões que aparecem sendo tratadas são as popularmente conhecidas como “manchas senis”. Elas podem ser classificadas, basicamente, em dois tipos: as melanoses solares, menos frequentes na prática clínica e que respondem também a outros tratamentos, como a luz intensa pulsada ou à aplicação de ácidos; e as ceratoses seborreicas, que têm neste método seu principal e mais eficaz tratamento, com resultados bons e duradouros na maioria absoluta dos pacientes.
Outras doenças que podem ser tratadas com a criocirurgia incluem as “sardas brancas” (fiz recentemente um post sobre o assunto), verrugas (este é o melhor tratamento para verrugas plantares – “olho de peixe” – em minha opinião), granuloma anular, alopecia areata, ceratoses actínicas e até mesmo alguns tipos de câncer de pele.
Procure seu dermatologista e saiba mais!


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20 de julho de 2018 Dr. André LauthProcedimentos0

Para quem não gosta de ter as mãos muito magras ou tem a pele fina e com vasos sanguíneos aparentes, o preenchimento das mãos é uma boa alternativa.
O procedimento é simples e seguro, pode ser realizado em menos de quinze minutos e boa parte do resultado já pode ser vista no momento da aplicação. O resultado final será visto em semanas a meses, dependendo da substância utilizada.
São três as principais opções de preenchedor:
O ácido hialurônico e o polietilenoglicol servem para tratar mãos emagrecidas, mas com pele espessa, pois fazem aumento de volume com pouca interferência na pele em si. O primeiro pode durar até 18 meses e, o segundo, mais de 24 meses.
A hidroxiapatita de cálcio tem propriedades diferentes. Por ser um gel branco e opaco consegue, além de aumentar o volume, camuflar os vasos sanguíneos azulados. Outra vantagem deste preenchedor é sua ação bioestimulante, isto é, ele estimula a pele a se tornar mais espessa e melhora sua qualidade. Seu resultado pode durar mais de 18 meses.
Se o aspecto das suas mãos é um problema para você, converse com seu dermatologista .

 


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O início do verão e a chegada das férias têm levado inúmeras pessoas às praias do país. Porém, a diversão no litoral deve vir acompanhada de alguns cuidados com o sol para evitar problemas futuros. Para se ter uma ideia, o câncer de pele, ocasionado pela exposição excessiva ao sol, é o câncer mais frequente no Brasil, com 176 mil casos registrados ao ano. Por isso, os dermatologistas fazem algumas recomendações a fim de garantir a alegria constante nas férias.

O protetor solar deve ser o primeiro item a ser colocado na mala. Mas, para garantir sua eficácia é necessário escolher o tipo certo. Para isso, é importante entender alguns fatores a respeito das emissões solares. “O sol emite dois tipos principais de radiação que prejudicam a pele, a UVA (Ultravioleta A) e UVB (Ultravioleta B). O UVA está presente durante todo o dia e é o principal responsável pelo bronzeamento tardio. Já o UVB é o principal responsável pelas queimaduras solares e manchas, com maior incidência das 10h às 16h ”, explica o médico dermatologista de Curitiba , André Lauth.

Sabendo disso, ao escolher o protetor alguns critérios precisam ser observados. Por exigência da ANVISA, todo protetor solar deve conter em sua embalagem o FPS (que mede a proteção contra UVB) e o PPD (que mede a proteção contra UVA). Segundo o Dr. André Lauth, “o ideal é que o protetor solar tenha um FPS 30 ou maior. Já o PPD, pode estar na embalagem como um número, que deve ser pelo menos 1\3 do FPS, ou em sinais de positivo (+). Um sinal significa baixa proteção UVA e três, alta proteção UVA”.
A escolha deve levar ainda em consideração o tipo de pele de cada um. Peles secas, geralmente, aceitam bem a maioria dos produtos disponíveis no mercado. Entretanto, as pessoas com pele mistas e oleosas devem escolher protetores com toque seco, oil control (com controle de oleosidade) ou oil free (livre de óleo), informações que devem estar presentes nos rótulos dos produtos. Em relação à quantidade a ser aplicada para que o filtro forneça a proteção descrita na embalagem, os dermatologistas orientam o uso de 1 a 1,5 grama de protetor solar, o que equivale a uma colher de chá, isso apenas no rosto. “A maioria das pessoas têm por hábito usar menos que 0,5, grama, o que faz com que o filtro não proteja de acordo com as informações do rótulo. Por esse motivo, nós dermatologistas, indicamos o uso de protetores com FPS acima de 50. O produto deve ser aplicado 15 a 30 minutos antes do início da exposição ao sol, devendo ser reaplicado a cada 2 horas e/ou após banhos de ducha, mar, piscina, etc” explica o Dr. André Lauth.

O sol é ainda um grande vilão para os cabelos e lábios. No caso dos cabelos, o ideal é usar produtos leave in (cremes sem enxágue) com protetor solar e ao fim do dia lavar bem para retirar todo o creme, o excesso de oleosidade e/ou resíduos da água do mar/piscina. O uso de uma máscara hidratante de acordo com o tipo de cabelo também é recomendado. Os cabelos com química devem receber ainda mais cuidado, pois já estão parcialmente danificados. Já os lábios, devem ser protegidos com protetores específicos. Estes devem ser aplicados pelo menos a cada duas horas ou antes, caso tenham sido removidos por bebidas, saliva, etc.

 


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Responsável Técnico:
Dr. André Lauth - Dermatologista
CRM-PR 21.744

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